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Mostrando postagens com marcador Brasil. Mostrar todas as postagens
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terça-feira, 7 de outubro de 2014
Qual o futuro do Brasil?
Em Breve um desabafo de um cidadão pedindo um basta para as "besteiras" e para as "merdas" que a população e os governantes estão fazendo com o país.
Local:
China
quinta-feira, 17 de abril de 2014
Câmara aprova pena de dez anos para quem faz racha
A
Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira, 15, projeto de lei que tornam
mais duras as penas por participação em rachas. A proposta, que agora vai à
sanção presidencial, estabelece pena de até 10 anos de prisão para homicídio
cometido por motorista que participar de racha.
A
proposta amplia ainda as multas para quem praticar essa infração, igualando as
penalidades à da lei seca, que pune o motorista que dirigir embriagado.
O
projeto fixou a pena de detenção de 6 meses a 3 anos para quem participar de
racha, mas ampliou a sanção quando isso resultar em lesão corporal grave ou
morte. No caso de lesão corporal, a pena sobe de 3 a 6 anos de prisão.
Ocorrendo morte por causa de racha, a pena vai de 5 a 10 anos de prisão.
O
líder do PSB, Beto Albuquerque (RS), autor do projeto, afirmou, quando a
matéria passou pela primeira vez pela Casa, que, com a proposta, as penas para
os infratores ficarão mais altas e que colocará a legislação de trânsito
brasileira na vanguarda em termos de fiscalização e redução de acidentes e
mortes no trânsito.
“É
a primeira vez que estamos igualando o homicídio cometido no trânsito a outras
formas de assassinato. Até hoje, muitas vidas perdidas acabaram no pagamento de
cesta básica. Isso vai acabar.”
O
projeto ainda eleva a multa para quem disputar corrida, promover ou participar
de racha, utilizar o veículo para demonstrar ou exibir manobra perigosa,
mediante arrancada brusca, derrapagem ou frenagem com deslizamento ou
arrastamento de pneus ou forçar ultrapassagem perigosa. Todas essas ações
passam a ter multas semelhantes à da lei seca, hoje em R$ 1,9 mil.
Ultrapassagens pelo acostamento, pela contramão em curvas, faixas de pedestre e
pontes, entre outros, passam a ser infrações gravíssimas e a ter multa de
aproximadamente R$ 950.
Atropelamento.
Um dos casos citados pelo autor do projeto foi o do estudante Rafael
Mascarenhas, de 18 anos, filho da atriz Cissa Guimarães, atropelado e morto em
julho de 2010 por um motorista que disputava racha no Túnel Zuzu Angel, no Rio.
Ele andava de skate na via interditada ao tráfego.
Local:
Brasil
segunda-feira, 7 de abril de 2014
sábado, 29 de março de 2014
Morre operário que sofreu acidente na Arena Corinthians neste sábado
São
Paulo
As
obras do Itaquerão, estádio do Corinthians que receberá os jogos da Copa do
Mundo em São Paulo, registraram mais uma morte neste sábado. Fabio Hamilton da
Cruz, não resistiu aos ferimentos causados pela queda de uma altura de oito
metros, sofrida nesta manhã, e se tornou o terceiro operário a morrer na
construção da arena que sediará a partida de abertura do Mundial.
Fabio
Hamilton trabalhava na instalação das arquibancadas provisórias do estádio,
exigência da Fifa para o estádio, com maior capacidade de público, receber o
jogo de abertura. Ele sofreu a queda por volta das 10h30, quando tentava fixar
o equipamento de segurança num cabo de aço. Ele atirou o gancho, que não
prendeu, e acabou se desequilibrando com o movimento do corpo.
De
acordo com a Fast Engenharia, responsável pela colocação da arquibancada móvel,
o operário sofreu uma queda da altura de oito metros. Mais cedo, porém, o Corpo
de Bombeiros afirmou que ele estava a 15 metros quando caiu da estrutura. Ele
atuava na montagem dos pisos das arquibancadas do setor sul do estádio - também
haverá assentos provisórios no lado norte.
A
confirmação da morte acontece duas horas depois de a Fast Engenharia divulgar
nota informando que o estado do operário era "delicado". Fabio
Hamilton, contudo, não resistiu aos ferimentos causados pela forte queda. Pelas
informações preliminares, ele teria sofrido traumatismo crânio-encefálico e
politraumatismo.
Fabio
Hamilton prestava serviço à WDS Engenharia, contratada pela Fast Engenharia,
que, por sua vez, tem contrato com a Ambev. A cervejaria está bancando o custo
de R$ 38 milhões para colocar as arquibancadas provisórias, exigência da FIFA
para que o estádio tenha condições de receber a abertura da Copa.
A
AmBev, que assumiu os custos em parceria com o Governo do Estado de São Paulo,
contratou a Fast Engenharia para instalar 17,6 mil cadeiras nos setores Sul e
Norte (8.800 em cada lado), 1,2 mil no Leste e outros mil no Oeste. "A
Fast, contratante da empresa WDS, renova seu desejo de que ele [operário] se
recupere o mais rápido possível e está prestando todo o auxílio ao operário, a
sua família e às autoridades".
O
acidente é o segundo registrado no Itaquerão, que receberá o duelo entre Brasil
e Croácia, no dia 12 de junho, além de mais cinco jogos. Em novembro do ano
passado, Fábio Luiz Pereira, de 42 anos, e Ronaldo Oliveira dos Santos, de 44
anos, morreram após o desabamento de um guindaste durante a instalação de parte
da cobertura do estádio. O acidente atrasou as obras, que agora só devem ser
finalizadas entre o fim de abril e o início de maio.
No
total, trata-se da oitava morte de funcionário ligado às obras levantadas para
a Copa do Mundo. Em Manaus houve quatro óbitos e, em Brasília, um operário
morto em ação, desde 2012.
quinta-feira, 20 de março de 2014
Em luta da neutralidade 100% da rede
http://www.youtube.com/watch?v=ioz_K2PTwVw
Assistam o vídeo acima e tirará suas próprias conclusões.
Assistam o vídeo acima e tirará suas próprias conclusões.
Marco Civil da Internet
O Marco Civil da Internet embora parte
dele seja Democrático uma de suas partes que fala sobre a neutralidade da rede (em
retirar a sua neutralidade) não é nada de Democrático.
Se os Deputados Federais concordarem em
retirar a neutralidade da rede, os usuários da internet vão acabar pagando
caro, os próprios deputados vão tirar o direito a informação da população
brasileira. Os políticos não entendem que a internet é um meio de acesso a
informação e também a educação.
A internet foi feita para ser usadas por
todos e ter acesso a todos os tipos de conteúdo. Com a quebra dessa neutralidade
uma pessoa de baixa renda não irá acessar determinados tipos de conteúdo e
volto a dizer o que falei no inicio o Marco Civil da Internet que era para ser
democrático deixará de ser por essa razão só a elite irá utiliza-la.
Todos independente de sua classe social
deve e tem o direito de ter o acesso a internet para buscar não só informação,
mas também a educação e não dependendo só de bibliotecas em que hoje o Estado não
coloca em disposição a uma comunidade mais carente, hoje essas comunidades tem
acesso a informação através da internet. Com a quebra da neutralização as
pessoas que vão sofrer mais com essa atitude antidemocrática são as de baixa
renda não a elite.
Se o Brasil é democrático por que nossos
representantes tomam essas atitudes lamentáveis. Já que nossos representantes
só pensam neles nós iremos para a rua para ouvirem o que queremos e lutaremos
por um Brasil melhor.
sábado, 22 de fevereiro de 2014
A Carta do Chefe Indígena Xingu
"O
grande chefe de Brasília mandou dizer que quer comprar a nossa terra. O grande
chefe assegurou-nos também da sua amizade e benevolência. Isto é gentil de sua
parte, pois sabemos que ele não necessita da nossa amizade. Nós vamos pensar na
sua oferta, pois sabemos que se não o fizermos, o homem branco virá com armas e
tomará a nossa terra. O grande chefe de Brasília pode acreditar no que o chefe
Xingu diz com a mesma certeza com que nossos irmãos brancos podem confiar na
mudança das estações do ano. Minha palavra é como as estrelas, elas não
empalidecem.
Como
se pode comprar ou vender o céu, o calor da terra? Tal ideia é estranha. Nós
não somos donos da pureza do ar ou do brilho da água. Como pode então
comprá-los de nós? Decidimos apenas sobre as coisas do nosso tempo. Toda esta
terra é sagrada para o meu povo. Cada folha reluzente, todas as praias de
areia, cada véu de neblina nas florestas escuras, cada clareira e todos os
insetos a zumbir são sagrados nas tradições e na crença do meu povo.
Sabemos que o homem branco não compreende o
nosso modo de viver. Para ele um torrão de terra é igual ao outro. Porque ele é
um estranho, que vem de noite e rouba da terra tudo quanto necessita. A terra
não é sua irmã, nem sua amiga, e depois de exauri-la ele vai embora. Deixa para
trás o túmulo de seu pai sem remorsos. Rouba a terra de seus filhos, nada
respeita. Esquece os antepassados e os direitos dos filhos. Sua ganância
empobrece a terra e deixa atrás de si os desertos. Suas cidades são um tormento
para os olhos do homem vermelho, mas talvez seja assim por ser o homem vermelho
um selvagem que nada compreende.
Não
se pode encontrar paz nas cidades do homem branco. Nem lugar onde se possa
ouvir o desabrochar da folhagem na primavera ou o zunir das asas dos insetos.
Talvez por ser um selvagem que nada entende, o barulho das cidades é terrível
para os meus ouvidos. E que espécie de vida é aquela em que o homem não pode
ouvir a voz do corvo noturno ou a conversa dos sapos no brejo à noite? Um índio
prefere o suave sussurro do vento sobre o espelho d'água e o próprio cheiro do
vento, purificado pela chuva do meio-dia e com aroma de pinho. O ar é precioso
para o homem vermelho, porque todos os seres vivos respiram o mesmo ar,
animais, árvores, homens. Não parece que o homem branco se importe com o ar que
respira. Como um moribundo, ele é insensível ao mau cheiro.
Se
eu me decidir a aceitar, imporei uma condição: o homem branco deve tratar os
animais como se fossem seus irmãos. Sou um selvagem e não compreendo que possa
ser de outra forma. Vi milhares de bisões apodrecendo nas pradarias abandonados
pelo homem branco que os abatia a tiros disparados do trem. Sou um selvagem e
não compreendo como um fumegante cavalo de ferro possa ser mais valioso que um
bisão, que nós, peles vermelhas matamos apenas para sustentar a nossa própria
vida. O que é o homem sem os animais? Se todos os animais acabassem os homens
morreriam de solidão espiritual, porque tudo quanto acontece aos animais pode
também afetar os homens. Tudo quanto fere a terra fere também os filhos da
terra.
Os nossos filhos viram os pais humilhados
na derrota. Os nossos guerreiros sucumbem sob o peso da vergonha. E depois da
derrota passam o tempo em ócio e envenenam seu corpo com alimentos adocicados e
bebidas ardentes. Não tem grande importância onde passaremos os nossos últimos
dias. Eles não são muitos. Mais algumas horas ou até mesmo alguns invernos e
nenhum dos filhos das grandes tribos que viveram nestas terras ou que tem
vagueado em pequenos bandos pelos bosques, sobrará para chorar, sobre os
túmulos, um povo que um dia foi tão poderoso e cheio de confiança como o nosso.
De
uma coisa sabemos, que o homem branco talvez venha a um dia descobrir: o nosso
Deus é o mesmo Deus. Julga, talvez, que pode ser dono dele da mesma maneira
como deseja possuir a nossa terra. Mas não pode. Ele é Deus de todos. E quer
bem da mesma maneira ao homem vermelho como ao branco. A terra é amada por ele.
Causar dano à terra é demonstrar desprezo pelo Criador. O homem branco também
vai desaparecer, talvez mais depressa do que as outras raças. Continua sujando
a sua própria cama e há de morrer, uma noite, sufocado nos seus próprios
dejetos. Depois de abatido o último bisão e domados todos os cavalos selvagens,
quando as matas misteriosas federem à gente, quando as colinas escarpadas se
encherem de fios que falam, onde ficarão então os sertões? Terão acabado. E as
águias? Terão ido embora. Restará dar adeus à andorinha da torre e à caça; o
fim da vida e o começo pela luta pela sobrevivência.
Talvez compreendêssemos com que sonha o
homem branco se soubéssemos quais as esperanças transmitem a seus filhos nas
longas noites de inverno, quais visões do futuro oferecem para que possam ser
formados os desejos do dia de amanhã. Mas nós somos selvagens. Os sonhos do
homem branco são ocultos para nós. E por serem ocultos temos que escolher o
nosso próprio caminho. Se consentirmos na venda é para garantir as reservas que
nos prometeste. Lá talvez possamos viver os nossos últimos dias como desejamos.
Depois que o último homem vermelho tiver partido e a sua lembrança não passar
da sombra de uma nuvem a pairar acima das pradarias, a alma do meu povo
continuará a viver nestas florestas e praias, porque nós as amamos como um
recém-nascido ama o bater do coração de sua mãe. Se te vendermos a nossa terra,
ama-a como nós a amávamos. Protege-a como nós a protegíamos. Nunca esqueça como
era a terra quando dela tomou posse. E com toda a sua força, o seu poder, e
todo o seu coração, conserva-a para os seus filhos, e ama-a como Deus nos ama a
todos. Uma coisa sabemos: o nosso Deus é o mesmo Deus. Esta terra é querida por
ele. Nem mesmo o homem branco pode evitar o nosso destino comum."
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